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mini-glossário | ![]() |
Decidi criar aqui um mini-glossário, não porque não se encontrem
estas definições noutros lugares na net, mas porque achei que
talvez dê jeito haver à mão alguns dos termos mais "exóticos" que
eu utilize com maior frequência, acessível pelo menu do blog.
Sempre que necessário actualizarei este post.
anime ou animé é um diminutivo da palavra animation, em inglês que se tornou comum utilizar para definir a animação japonesa.
character design termo técnico, utilizado para designar a pessoa que cria o desenho das personagens final de um anime.
cosplay acrónimo de costume play, ou seja brincar às máscaras. Serve para designar o popular passatempo em que os fans se vestem e encarnam as suas personagens favoritas em convenções e/ou festivais.
depaato pronunciação japonesa da palavra department (de department store), designação inglesa para lojas de departamentos, muito populares no Japão, ao contrário dos centros comerciais.
dorama série dramática para televisão, vulgarmente conhecida em português como telenovela.
eiga palavra japonesa para cinema.
engrish termo que goza com os frequentes erros de ortografia que os japoneses dão ao tentar escrever em inglês.
ecchi pronunciação japonesa da letra H, como suavização do termo hentai. Género de anime e manga erótico, sem grande conteúdo explícito.
Ginza avenida cosmopolita no centro de Tóquio onde se encontram algumas das mais chiques e caras lojas do mundo. Fecha ao trânsito aos domingos, permitindo o ajuntamento de alguns artistas de rua.
hanami (lit. ver flores) é a palavra que se usa para ir ver as flores desabrochar, sendo a mais popular a flor de cerejeira, a sakura. É um passatempo extremamente popular no Japão, praticado por pessoas de todas as idades.
Harajuku bairro de Tóquio onde se encontram as mais arrojadas lojas de moda e se juntam jovens com as indumentárias mais extravagantes. É lá que se encontra a Takeshita-doori (avenida Takeshita) e o depaato Laforet. É perto de Omotesando, bairro das lojas de designers e estilistas internacionais.
hentai termo japonês para pornografia.
kawaii palavra japonesa que quer dizer giro, querido, amoroso. O termo inglês cute aproxima-se bastante do significado original.
manga ou mangá (lit. imagens irresponsáveis ou desordenadas) é o termo japonês para banda-desenhada, que se tornou comum para designar a banda-desenhada japonesa.
mangaka autor/a de manga.
mecha espécie de robô gigante não-autónomo, controlado por uma pessoa.
Newtype termo retirado da série anime Gundam, título da revista-bíblia mensal japonesa sobre anime.
obentou (ou bentou) almoço em lancheira que normalmente os japoneses levam para o trabalho ou escola. Costuma comer-se frio.
office lady como a expressão em inglês diz, é uma empregada de escritório, normalmente um tipo de assistente ou secretária.
OVA (Original Video Animation) ou OAV (Original Animation Video) anime directamente comercializado em video, com uma qualidade superior às séries de TV e, geralmente, inferior aos filmes para cinema.
salaryman típico empregado de escritório japonês, que segue uma série de hábitos regulares e se veste de fato e gravata.
seifuku uniforme escolar.
seiyuu actor/actriz de voz que faz as dobragens dos anime e também de filmes estrangeiros.
sentai tipo de série televisiva, que se popularizou com a americanização chamada Power Rangers, em que um grupo de (em geral 5) jovens onde há, pelo menos, uma rapariga, se transformam em super-heróis em fatos de licra coloridos que lutam contra monstros gigantes em mechas desmontáveis.
serafuku (ou sailorfuku) uniforme escolar de/à marinheiro feminino japonês.
Shibuya bairro de Tóquio onde existe uma variedade grande de comércio e estabelecimentos direccionados ao público juvenil. É lá que se encontra a famosa estátua do cãozinho Hachiko.
Shinjuku bairro no centro de Tóquio onde se encontram os arranha-céus, uma imensidão de depaato e lojas modernas.
shoujo género de anime ou manga, cujo público-alvo são raparigas adolescentes ou pré-adolescentes (com idades compreendidas, sensivelmente, entre os 10 e os 17 anos).
shounen género de anime ou manga, cujo público-alvo são rapazes adolescentes ou pré-adolescentes (com idades compreendidas, sensivelmente, entre os 10 e os 17 anos).
anime ou animé é um diminutivo da palavra animation, em inglês que se tornou comum utilizar para definir a animação japonesa.
character design termo técnico, utilizado para designar a pessoa que cria o desenho das personagens final de um anime.
cosplay acrónimo de costume play, ou seja brincar às máscaras. Serve para designar o popular passatempo em que os fans se vestem e encarnam as suas personagens favoritas em convenções e/ou festivais.
depaato pronunciação japonesa da palavra department (de department store), designação inglesa para lojas de departamentos, muito populares no Japão, ao contrário dos centros comerciais.
dorama série dramática para televisão, vulgarmente conhecida em português como telenovela.
eiga palavra japonesa para cinema.
engrish termo que goza com os frequentes erros de ortografia que os japoneses dão ao tentar escrever em inglês.
ecchi pronunciação japonesa da letra H, como suavização do termo hentai. Género de anime e manga erótico, sem grande conteúdo explícito.
Ginza avenida cosmopolita no centro de Tóquio onde se encontram algumas das mais chiques e caras lojas do mundo. Fecha ao trânsito aos domingos, permitindo o ajuntamento de alguns artistas de rua.
hanami (lit. ver flores) é a palavra que se usa para ir ver as flores desabrochar, sendo a mais popular a flor de cerejeira, a sakura. É um passatempo extremamente popular no Japão, praticado por pessoas de todas as idades.
Harajuku bairro de Tóquio onde se encontram as mais arrojadas lojas de moda e se juntam jovens com as indumentárias mais extravagantes. É lá que se encontra a Takeshita-doori (avenida Takeshita) e o depaato Laforet. É perto de Omotesando, bairro das lojas de designers e estilistas internacionais.
hentai termo japonês para pornografia.
kawaii palavra japonesa que quer dizer giro, querido, amoroso. O termo inglês cute aproxima-se bastante do significado original.
manga ou mangá (lit. imagens irresponsáveis ou desordenadas) é o termo japonês para banda-desenhada, que se tornou comum para designar a banda-desenhada japonesa.
mangaka autor/a de manga.
mecha espécie de robô gigante não-autónomo, controlado por uma pessoa.
Newtype termo retirado da série anime Gundam, título da revista-bíblia mensal japonesa sobre anime.
obentou (ou bentou) almoço em lancheira que normalmente os japoneses levam para o trabalho ou escola. Costuma comer-se frio.
office lady como a expressão em inglês diz, é uma empregada de escritório, normalmente um tipo de assistente ou secretária.
OVA (Original Video Animation) ou OAV (Original Animation Video) anime directamente comercializado em video, com uma qualidade superior às séries de TV e, geralmente, inferior aos filmes para cinema.
salaryman típico empregado de escritório japonês, que segue uma série de hábitos regulares e se veste de fato e gravata.
seifuku uniforme escolar.
seiyuu actor/actriz de voz que faz as dobragens dos anime e também de filmes estrangeiros.
sentai tipo de série televisiva, que se popularizou com a americanização chamada Power Rangers, em que um grupo de (em geral 5) jovens onde há, pelo menos, uma rapariga, se transformam em super-heróis em fatos de licra coloridos que lutam contra monstros gigantes em mechas desmontáveis.
serafuku (ou sailorfuku) uniforme escolar de/à marinheiro feminino japonês.
Shibuya bairro de Tóquio onde existe uma variedade grande de comércio e estabelecimentos direccionados ao público juvenil. É lá que se encontra a famosa estátua do cãozinho Hachiko.
Shinjuku bairro no centro de Tóquio onde se encontram os arranha-céus, uma imensidão de depaato e lojas modernas.
shoujo género de anime ou manga, cujo público-alvo são raparigas adolescentes ou pré-adolescentes (com idades compreendidas, sensivelmente, entre os 10 e os 17 anos).
shounen género de anime ou manga, cujo público-alvo são rapazes adolescentes ou pré-adolescentes (com idades compreendidas, sensivelmente, entre os 10 e os 17 anos).
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FM_stereo de Nuno Rebocho | ![]() |
Ora é assim:
Invisíveis
sons atravessam o tempo Escarrapacham-se nos
acidentes Sons indizíveis com saibos
diferentes como rugas ou rusgas escalpam as mentes
: sons de pedra i
móvel ou aragens São condutas
de sangue (ébrio)
por outras paragens — simplesmente viagens
Os barrocos adormecem o tosco
das árvores & os sons sul
cam o verde & a terra & o cinzento
mancha os silos do silêncio
mas não
se dobram à rispidez da serra — antes per
correm as veredas do tempo Antes se amarrotam
no pasto das fontes
das origens & da foz como catarros des
mascaram a solidez dos corpos: assim são os sons
Mesmo o som do silêncio
o som da dor o som das cores insones
no amargor da aziagra
(rilhamos a língua
A dor ofende
a intimidade
onde estamos
na incomodidade
de falar Carago
odiamos
o silêncio)
Nuno Rebocho
Invisíveis
sons atravessam o tempo Escarrapacham-se nos
acidentes Sons indizíveis com saibos
diferentes como rugas ou rusgas escalpam as mentes
: sons de pedra i
móvel ou aragens São condutas
de sangue (ébrio)
por outras paragens — simplesmente viagens
Os barrocos adormecem o tosco
das árvores & os sons sul
cam o verde & a terra & o cinzento
mancha os silos do silêncio
mas não
se dobram à rispidez da serra — antes per
correm as veredas do tempo Antes se amarrotam
no pasto das fontes
das origens & da foz como catarros des
mascaram a solidez dos corpos: assim são os sons
Mesmo o som do silêncio
o som da dor o som das cores insones
no amargor da aziagra
(rilhamos a língua
A dor ofende
a intimidade
onde estamos
na incomodidade
de falar Carago
odiamos
o silêncio)
Nuno Rebocho
FM_Stereo é o novo livro de Nuno
Rebocho, um extenso vivedor da palavra e do Fm, além de viajeiro
dogmático. Colocou-se em cima o incipit desta publicação que será
apresentada nos Dias da
Criação
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o corpo é tremor | ![]() |
Sedento toque
O corpo é tremor
Atrelagem alada de postura condensada
sombra solar penetrante a cada circunvolução
o pé liberto do nódulo arrasta os chãos, querer obscuro
A beleza e o cheiro do gozo arrepiam o conflito do útero
Despreza-se o aqui-vital
A espada em jogo só ouve elogios
opaco, o silêncio ainda não perdura sem luz natural
tropismo fálico, desata e liga a vida em sangue nascente
Afonso Alves
O corpo é tremor
Atrelagem alada de postura condensada
sombra solar penetrante a cada circunvolução
o pé liberto do nódulo arrasta os chãos, querer obscuro
A beleza e o cheiro do gozo arrepiam o conflito do útero
Despreza-se o aqui-vital
A espada em jogo só ouve elogios
opaco, o silêncio ainda não perdura sem luz natural
tropismo fálico, desata e liga a vida em sangue nascente
Afonso Alves
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frangos assados de angélica freitas | ![]() |
sereia a sério
o cruel era que por mais bela
por mais que os rasgos ostentassem
fidelíssimas genéticas aristocráticas
e as mãos fossem hábeis
no manejo de bordados e frangos assados
e os cabelos atestassem
pentes de tartaruga e grande cuidado
a perplexidade seria sempre
com o rabo da sereia
não quero contar a história
depois de andersen & co.
todos conhecem as agruras
primeiro o desejo impossível
pelo príncipe (boneco em traje de gala)
depois a consciência
de uma macumba poderosa
em troca deixa-se algo
a voz, o hímen elástico
a carteira de sócia do méditerranée
são duros os procedimentos
bípedes femininas se enganam
imputando a saltos altos
a dor mais acertada à altivez
pois
a sereia pisa em facas quando usa os pés
e quem a leva a sério?
melhor seria um final
em que voltasse ao rabo original
e jamais se depilasse
em vez do elefante dançando no cérebro
quando ela encontra o príncipe
e dos 36 dedos
que brotam quando ela estende a mão
angélica freitas
o cruel era que por mais bela
por mais que os rasgos ostentassem
fidelíssimas genéticas aristocráticas
e as mãos fossem hábeis
no manejo de bordados e frangos assados
e os cabelos atestassem
pentes de tartaruga e grande cuidado
a perplexidade seria sempre
com o rabo da sereia
não quero contar a história
depois de andersen & co.
todos conhecem as agruras
primeiro o desejo impossível
pelo príncipe (boneco em traje de gala)
depois a consciência
de uma macumba poderosa
em troca deixa-se algo
a voz, o hímen elástico
a carteira de sócia do méditerranée
são duros os procedimentos
bípedes femininas se enganam
imputando a saltos altos
a dor mais acertada à altivez
pois
a sereia pisa em facas quando usa os pés
e quem a leva a sério?
melhor seria um final
em que voltasse ao rabo original
e jamais se depilasse
em vez do elefante dançando no cérebro
quando ela encontra o príncipe
e dos 36 dedos
que brotam quando ela estende a mão
angélica freitas
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violino sem caixa, só flor | ![]() |
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a miragem marrana de alexandre teixeira mendes | ![]() |

A Miragem Marrana de Alexandre Teixeira Mendes
Apresentação: 2 Setembro 2007, 18h
Casa de Barros Basto / Sinagoga do Porto
Rua Guerra Junqueiro
Porto
Este livro revela-nos Barros Basto e a questão marrana. Escrito num estilo que mostra e esconde, parece jogar com o leitor, levando-o gradualmente a procurar perceber por si próprio o pensamento do autor. Não é um livro objectivo, na medida em que é um livro com alma, um livro apaixonado e apaixonante. Só os sem alma, podem transformar o sujeito do seu estudo em objecto. Alexandre Teixeira Mendes, pelo contrário, transforma o objecto do seu estudo em sujeito; é assim que Barros Basto, o apóstolo dos marranos, nos aparece vivo, contraditório, verdadeiro, o herói que lutou pelo resgate dos marranos, isto é, dos judeus que durante quatro séculos se esconderam, passando e recriando, de geração para geração, uma tradição que não podiam exprimir à luz do dia; a noite era o seu dia!
Vemos Barros Basto, no horizonte, de pé e em luta contra dois gigantes – a igreja católica e a "igreja" judaica –, um David e dois Golias; vemo-lo a dar o toque para reunir os que se encontravam dispersos. Alexandre Teixeira Mendes não está fora a olhar Barros Basto; acompanha-o na juventude, na conversão, na guerra, na organização do misterioso Instituto Oryamita, na Obra de Resgate. E nós, seus leitores, acompanhamo-lo por uma viagem inesquecível a um dos pontos mais importantes da alma do ser português e que só Sampaio Bruno e António Telmo estudaram, com a mesma audácia e liberdade que agora encontramos no autor deste livro.
Pedro Sinde
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montemor: angélica em aurelino | ![]() |

(lesões incompatíveis com a vida)
Se me amas
dependura o umbigo na saia
lúcifer reluz de tanta beleza
inoculasta em teus seios
de virgem feroz e atenta
segura-me na mão e beija-me o tornozelo
num acepipe amargo a tanto cheiro a lava
ou esconde-me o peito num calcetar de godo
em tua imagem na noite de Montemor
incendiada de mosto
bosta e feno
ouço
o teu olhar
num re – dor
o murmúrio - cantabile
do Outro.
Aurelino Costa
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Évite l'avenir / Evita o futuro | ![]() |
Nova
Dans un monde au futur du temps où j'ai la vie
Qui ne s'est pas formé dans le ciel d'aujourd'hui,
Au plus nouvel espace où le vouloir dévie
Au plus nouveau moment de l'astre que je fuis
Tu vivras, ma splendeur, mon malheur, ma survie
Mon plus extrême cœur fait du sang que je suis,
Mon souffle, mon toucher, mon regard, mon envie,
Mon plus terrestre bien perdu pour l'infini.
Évite l'avenir, Image poursuivie !
Je suis morte de vous, ô mes actes chéris
Ne sois pas défais toi dissipe toi délie
Dénonce le désir que je n'ai pas choisi.
N'accomplis pas mon jour, âme de ma folie, —
Délaisse le destin que je n'ai pas fini.
Catherine Pozzi
Num mundo no futuro do tempo onde tenho a vida
Que não se formou no céu de hoje,
No mais novel espaço onde o querer deriva
No mais novo momento do astro que fui
Viverás tu, esplendor meu, minha desgraça, minha sobrevivência
O meu mais extremo coração feito do sangue que sou,
Meu sopro, meu tocar, meu olhar, minha energia
Meu melhor bem terrestre perdido para o infinito.
Evita o futuro, Imagem perseguida!
Estou morta de vós, ó meus actos queridos
Não sejas desfaz-te dissipa-te desata
Denuncia o desejo que não escolhi
Não cumpras o meu dia, alma da minha loucura, -
Abandona o destino que não acabei.
(trad: alberto augusto miranda)
Dans un monde au futur du temps où j'ai la vie
Qui ne s'est pas formé dans le ciel d'aujourd'hui,
Au plus nouvel espace où le vouloir dévie
Au plus nouveau moment de l'astre que je fuis
Tu vivras, ma splendeur, mon malheur, ma survie
Mon plus extrême cœur fait du sang que je suis,
Mon souffle, mon toucher, mon regard, mon envie,
Mon plus terrestre bien perdu pour l'infini.
Évite l'avenir, Image poursuivie !
Je suis morte de vous, ô mes actes chéris
Ne sois pas défais toi dissipe toi délie
Dénonce le désir que je n'ai pas choisi.
N'accomplis pas mon jour, âme de ma folie, —
Délaisse le destin que je n'ai pas fini.
Catherine Pozzi
Num mundo no futuro do tempo onde tenho a vida
Que não se formou no céu de hoje,
No mais novel espaço onde o querer deriva
No mais novo momento do astro que fui
Viverás tu, esplendor meu, minha desgraça, minha sobrevivência
O meu mais extremo coração feito do sangue que sou,
Meu sopro, meu tocar, meu olhar, minha energia
Meu melhor bem terrestre perdido para o infinito.
Evita o futuro, Imagem perseguida!
Estou morta de vós, ó meus actos queridos
Não sejas desfaz-te dissipa-te desata
Denuncia o desejo que não escolhi
Não cumpras o meu dia, alma da minha loucura, -
Abandona o destino que não acabei.
(trad: alberto augusto miranda)
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fogaréu sonoro em ponferrada | ![]() |
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senryus de alfredo fressia | ![]() |

Árvore das
Sílabas, de Alfredo
Fressia, cuja apresentação se fará em Novembro em
Montevideu e S. Paulo, é constituída por 100
senryus, de que aqui se deixam fortes
exemplares.




